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Casos
Mortes
Tem a questão do coronavírus também que, no meu entender, está sendo superdimensionado o poder destruidor desse vírus.
Obviamente, temos no momento uma crise, uma pequena crise... ou no meu entender muito mais fantasia.
Eu não sou médico, eu não sou infectologista. O que eu ouvi até o momento outras gripes mataram mais do que essa.
Com toda certeza há um interesse econômico envolvido nisso tudo... para que se chegue a esta histeria.
Não pode algumas autoridades começar a proibir isso ou aquilo... afinal de contas está havendo uma histeria.
Já tivemos problemas mais graves no passado, que não teve essa comoção toda, ou repercussão toda por parte da mídia brasileira.
Depois da facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar não, tá ok?
Brevemente, o povo saberá que foi enganado por estes governadores e por parte da grande mídia nesta questão do coronavírus.
O número de pessoas que morreram de H1N1 no ano passado foram na ordem de 800 pessoas. A previsão é não chegar a essa quantidade de óbitos no tocante ao corona vírus.
Não dá pra ir além do que estamos fazendo.
No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar.
Nada sentiria, ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico, daquela conhecida televisão.
Até porque o brasileiro, tem que ser estudado. Ele não pega nada. Você vê o cara pulando em esgoto ali, sai, mergulha, tá certo? E não acontece nada com ele.
A grande maioria das mortes na Itália não tem nada a ver com o vírus. Foi numa região específica, mais fria. E a idade média dos mortos era de 80 anos, e pessoas com duas, três outras doenças, tá?
Outra [medida] é começar a redirecionar para um isolamento vertical, que o horizontal, temos informações, que não foi a melhor medida tomada por alguns países.
Alguns vão morrer. Vão morrer, ué, lamento. Lamento. Essa é a vida, é a realidade.
O vírus tá aí. Vamos ter que enfrentá-lo, mas enfrentar como homem, porra. Não como um moleque. Vamos enfrentar o vírus com a realidade. É a vida. Todos nós iremos morrer um dia.
Vai morrer gente? Vai!
O vírus é igual a uma chuva. Ela vem e você vai se molhar, mas não vai morrer afogado.
Tá com medinho de pegar vírus?
Agora, desses 70%, uma pequena parte, que são os idosos e quem têm problema de saúde, vai ter problemas sérios.
Eu tenho o direito constitucional de ir e vir. Ninguém vai tolher a minha liberdade de ir e vir. Ninguém!
40 dias depois, parece que está indo embora a questão do vírus.
Abrir o comércio é um risco que eu corro: se agravar, vai cair no meu colo.
Não sou coveiro, tá certo?
Levaram o pavor para o público, histeria. E não é verdade. Estamos vendo que não é verdade. Lamentamos as mortes, e é a vida. Vai morrer.
E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagres.
Não adianta a imprensa colocar na minha conta essas questões, não adianta botar a culpa em mim.
Eu gostaria que todos voltassem a trabalhar, mas quem decide isso não sou eu, são os governadores e prefeitos.
Esse vírus vai pegar mesmo, não tem como fugir.
Desconheço qualquer hospital que esteja lotado, desconheço.
Essa destruição de empregos irresponsável por parte de alguns governadores é inadmissível.
Sabemos do efeito do vírus, mas, infelizmente, muitos serão infectados, muitos perderão suas vidas também, mas é uma realidade que temos que enfrentar.
Eu não sei se hoje caiu o número de mortes, foi menor do que ontem, eu não sei ainda, mas se foi, vai ser o sexto dia, se não me engano, consecutivo de queda no número de mortes. É um sinal de que o pior já passou.
Nós temos um bem muito maior até que a própria vida, se me permitem falar isso, que é a nossa liberdade.
Estou cometendo um crime. Vou fazer um churrasco no sábado aqui em casa. Vamos bater um papo, quem sabe uma ‘peladinha’, alguns ministros, alguns servidores mais humildes que estão do meu lado.
3 mil pessoas no churrasco amanhã.
Isso é uma neurose, 70% vai pegar o vírus. Não tem como. É uma loucura.
Já que não querem abrir, vou eu abrindo.
A questão da vida tem que ser tratado paralelamente com os empregos. Sem economia não tem vida, não tem médico, não tem material para hospital.
Quem não quiser trabalhar, que fique em casa, porra.
Você pegou um país que está caminhando pro socialismo. [sobre Argentina ter 320 mortes e Brasil 12 mil]
É só você não ouvir a mídia, pô. Não ouve a mídia, não.
Quem é de direita toma cloroquina, quem é de esquerda toma tubaína.
Imaginem uma pessoa do nível dessas autoridades estaduais na Presidência da República. O que teria acontecido com o Brasil já.
Morre muito mais gente de pavor do que do ato em si. Então o pavor também mata, leva ao estresse, ao cansaço, a pessoa não dorme direito, fica sempre preocupada, 'vou morrer, se esse vírus pegar vou morrer'.
No Rio de Janeiro caiu assustadoramente o número de óbitos de 'corona' depois que a Polícia Federal passou por lá. Acho que a PF mata vírus.
Lamento a todos os mortos, mas é o destino de todo mundo.
Se ele pegar uma chuva e ficar molhado na chuva vai pegar pneumonia. E se bobear entra em óbito. (...) Quem tem problema tem que se cuidar sempre. Não é questão desse vírus apenas. Agora, não precisa ficar com medo.
Acabou matéria no Jornal Nacional. [após atrasar divulgação de dados da pandemia da COVID-19]
Esse pânico que foi pregado lá atrás por parte da grande mídia começa talvez a se dissipar levando em conta o que a OMS falou por parte do contágio dos assintomáticos.
Se você quiser falar, sai daqui, que você já foi ouvida. Cobre do seu governador. Sai daqui.
Tem um ganho político dos caras, só pode ser isso. Aproveitando aí as pessoas que falecem pra ter um ganho político e pra culpar o governo federal. Olha, não tem como impedir essa doença, o óbito, né?
Não temos informações que qualquer pessoa tenha falecido por falta de UTI ou de respiradores, abastecemos estados e municípios com recursos.
A gente apela aqui aos senhores governadores e prefeitos que obviamente com responsabilidade comecem a abrir o comércio. Porque novas informações vêm do mundo todo, vêm da OMS, através dos seus equívocos, que talvez tenha havido um pouco de exagero no trato dessa questão lá atrás.
Eu confio na hidroxicloroquina, e você?
O futuro vai dizer se esse remédio é eficaz ou não. Para mim foi, crédito a ele. E se for, muita gente encaminhou o contrário, gente com responsabilidade. Então a história vai dizer quem estava certo no futuro.
Tem que pensar na economia. Não adianta ficar falando em vida, em vida, em vida, porque o isolamento mata.
Acabei de fazer um exame de sangue, né, tava com um pouco de fraqueza ontem. Acharam um pouco de infecção também. Tô agora no antibiótico, deve ser... Depois de 20 dias aí dentro de casa a gente pega outros problemas, né? Peguei mofo aí, mofo no pulmão, talvez, deve ser.
A gente lamenta todas as mortes, vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida e se safar desse problema.
Volta ao trabalho, o melhor remédio.
Eu sou a prova viva que deu certo. Muitos médicos defendem esse tratamento, e sabemos que mais de 100 mil pessoas morreram no Brasil que, caso tivesse sido tratado lá atrás com esse medicamento, poderiam essas vidas terem sido evitadas.
No meu entender, guardando-se as devidas proporções, não vi no mundo quem enfrentou melhor essa questão do que o nosso governo. Isso nos orgulha. Mostra que tem gente capacitada e preocupada, em especial, com os mais pobres, os mais humildes.
Quando pega num bundão de vocês [jornalistas], a chance de sobreviver é bem menor.
É igual a numa guerra... Se você ficar dentro da toca, tu vai morrer.
A vacina... ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina.
Desde o começo assumi posição ímpar, não só dentro do Brasil, mas como chefe de Estado no mundo todo. Não vi um chefe de Estado tomar uma decisão como a minha.
"Fica em casa e a economia a gente vê depois", isso é para os fracos.
Fico vendo Brasília, não posso falar nomes aqui, mas a alta cúpula do poder de Brasília, alguns do Executivo, do Judiciário bastante, do Legislativo também, com máscara 24 horas por dia. Dormiam com máscara, cumprimentavam assim [com ombro], pegaram o vírus agora. Não adianta isso aí.